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Da escala à competitividade: como a Logística está a redesenhar os negócios

23 de outubro 2026

Um dos grandes destaques deste Dia do Transitário 2026 é, sem dúvida, a mesa-redonda que agregará entidades como a ANTRAM, a AICEP, o Grupo Sousa e o Corredor Atântico.
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Um dos grandes destaques deste Dia do Transitário 2026 será, sem dúvida, a mesa-redonda que agregará entidades como a ANTRAM, a AICEP, o Grupo Sousa e o Corredor Atântico. O segmento, moderado pela reputada jornalista e pivot Ana Guedes Rodrigues, fechará os trabalhos da manhã e promete uma reflexão profunda sobre como a força da Logística está a redesenhar a forma de fazer negócio.
 

ANTRAM, AICEP, Grupo Sousa e Corredor Atlântico em destaque


Duarte Rodrigues (em representação do Grupo Sousa), Isabel Quintas (por parte da AICEP), Ema Leitão (presidente da ANTRAM) e José António Ruiz (Comissário do Governo Espanhol para o Corredor Atlântico) serão os intervenientes de um debate que explorará o papel da Logística no centro de uma transformação operacional mas também estrutural: ela é já muito mais que um trunfo para a competitividade.

A Logística deixou de ser apenas uma função operacional para assumir um papel central na estratégia e na competitividade das empresas. Num contexto de cadeias de abastecimento cada vez mais interdependentes, a capacidade de movimentar mercadorias de forma eficiente, assegurar a continuidade das operações e responder às exigências dos mercados tornou-se um fator decisivo para os negócios. É neste enquadramento que a escala e a eficiência ganham particular relevância para o futuro da atividade transitária.

Alcançar maior escala não significa apenas movimentar mais carga ou aumentar a dimensão das operações. Implica também otimizar recursos, melhorar a articulação entre os diferentes intervenientes, aproveitar sinergias e investir em soluções que permitam reduzir ineficiências. A digitalização, a integração dos sistemas de informação, a qualidade das infraestruturas e a conectividade entre mercados são elementos fundamentais para construir cadeias logísticas mais ágeis, previsíveis e competitivas.

Estes desafios exigem uma visão que ultrapasse as fronteiras de cada empresa. A cooperação entre operadores, a articulação entre os setores público e privado e o desenvolvimento de corredores de transporte eficientes podem contribuir para melhorar a circulação de mercadorias e reforçar a capacidade de internacionalização das empresas. Ao mesmo tempo, as transformações económicas e geopolíticas exigem maior capacidade de adaptação, planeamento e gestão do risco.

Sob o tema «Escala e Eficiência: O Novo Paradigma Logístico», o Dia do Transitário 2026 coloca estas questões no centro da reflexão sobre o futuro do setor. O desafio passa por transformar a dimensão das operações em valor efetivo, a conectividade em novas oportunidades e a eficiência numa vantagem competitiva sustentável. Porque, numa economia em que os mercados estão cada vez mais ligados, a capacidade de coordenar, integrar e antecipar pode fazer a diferença entre acompanhar a mudança e liderá-la.

Foto: Free-Images.com | Pixabay
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