Yilport, SPC, Rodocargo, TMIP e OJE debateram a essência dos Terminais Intermodais
Nuno David Silva (Yilport Iberia), António Soares (Rodocargo), Susana Pinho (OJE Logistics), Lucas Teixeira (Sapec), Júlio Tomás (TMIP) e Pablo Hoyta (Cylog) refletiram sobre a essência crucial dos terminais intermodais durante a 1ª Conferência Ibérica de Intermodalidade
Um dos destaques da 1ª Conferência Ibérica de Intermodalidade foi, precisamente, o Terminal Intermodal - qual o seu posicionamento, estratégia e articulação no contexto de um ecossistema logístico mais eficiente e resiliente? Para explorar a temática, o evento contou com a participação de players com múltiplas perspetivas sobre a sua importância na consolidação a cadeia de abastecimento: Yilport, Rodocargo, Sapec, TMIP, Cylog e OJE Logistics, deram corpo à mesa-redonda que analisou um tema vital para o horizonte logístico nacional.
O evento, fruto de uma sinergia entre a APAT, a AET e a Câmara Municipal de Soure, marcou o arranque de uma parceria ibérica que pretende estruturar uma visão estratégica comum para o setor da Logística e Transportes, assente num pensamento intermodal e na articulação de metas que, mais do que portuguesas ou espanholas, deveriam ser ibéricas. Tal não poderá ser possível se não for realçado o contributo dos terminais intermodais, pilares desta equação e que serão vitais para que a Intermodalidade seja mais do que uma aspiração.
A mesa juntou diferentes perspectivas e fomentou o diálogo entre entidades que, dia após dia, desempenham o papel de atores principais deste ecossistema vivo. Nuno David Silva, pela Yilport, ofereceu a visão do operador portuário na extensão da ligação entre o mar e o meio terrestre; António Soares, em representação da Rodocargo, trouxe o input de quem já integra a essência do espírito intermodal nas suas operações; Susana Pinho, da OJE Logistics, Pablo Hoya, da Zaldesa, Lucas Teixeira, representando a Sapec, e Júlio Tomás, TMIP, personificaram a posição dos terminais e explicaram como pode ser cruciais elos de consolidação.
A moderação do debate ficou a cargo de António Nabo Martins, diretor-geral da APAT. «Esta é uma oportunidade fenomenal para escutarmos, de viva voz, os agentes que fazem a diferença no dia-a-dia operacional. São eles que dão corpo ao ecossistema logístico, são eles que fazem o comércio tornar-se uma realidade. E são eles que, em sintonia, tornam possível alcançar uma Intermodalidade que se materialize num benefício real para pessoas, empresas e para a Economia global», comentou o diretor-geral da APAT.
O evento, fruto de uma sinergia entre a APAT, a AET e a Câmara Municipal de Soure, marcou o arranque de uma parceria ibérica que pretende estruturar uma visão estratégica comum para o setor da Logística e Transportes, assente num pensamento intermodal e na articulação de metas que, mais do que portuguesas ou espanholas, deveriam ser ibéricas. Tal não poderá ser possível se não for realçado o contributo dos terminais intermodais, pilares desta equação e que serão vitais para que a Intermodalidade seja mais do que uma aspiração.
A mesa juntou diferentes perspectivas e fomentou o diálogo entre entidades que, dia após dia, desempenham o papel de atores principais deste ecossistema vivo. Nuno David Silva, pela Yilport, ofereceu a visão do operador portuário na extensão da ligação entre o mar e o meio terrestre; António Soares, em representação da Rodocargo, trouxe o input de quem já integra a essência do espírito intermodal nas suas operações; Susana Pinho, da OJE Logistics, Pablo Hoya, da Zaldesa, Lucas Teixeira, representando a Sapec, e Júlio Tomás, TMIP, personificaram a posição dos terminais e explicaram como pode ser cruciais elos de consolidação.
A moderação do debate ficou a cargo de António Nabo Martins, diretor-geral da APAT. «Esta é uma oportunidade fenomenal para escutarmos, de viva voz, os agentes que fazem a diferença no dia-a-dia operacional. São eles que dão corpo ao ecossistema logístico, são eles que fazem o comércio tornar-se uma realidade. E são eles que, em sintonia, tornam possível alcançar uma Intermodalidade que se materialize num benefício real para pessoas, empresas e para a Economia global», comentou o diretor-geral da APAT.