A direção da Associação dos Transitários de Portugal (APAT) reuniu-se, no passado dia 24 de Fevereiro, com a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), com o intuito de reforçar os duradouros laços de cooperação entre as duas entidades e expressar a sua total disponibilidade e afinco no que concerne a estratégias de parceria capazes de fomentar o desenvolvimento marítimo-portuário, e, em simultâneo, a resiliência da atividade transitária. Para a APAT, trata-se de um binómio vital para a economia nacional.
Nas instalações da APDL em Matosinhos, a comitiva da APAT (composta pelos vice-presidentes Daniel Pereira, Luís Paupério e Armando Gonçalves e pelo presidente executivo António Nabo Martins) agradeceu a disponibilidade e receptividade demonstradas pela APDL, liderada por pelo seu presidente do conselho de administração João Neves, para sentar à mesa e reforçar uma estrutura sinérgica que, ao longo dos anos, tão importante tem sido para a evolução do sistema logístico em Portugal e para as empresas que o compõem.
«É de tremenda importância cuidarmos de relações institucionais que, no fundo, são muito mais do que isso: são parcerias com raízes estratégicas que funcionam como uma plataforma de entendimento, de coordenação e sintonia, para que o ecossistema logístico possa encontrar os constantes equilíbrios e complementaridades que o tornam resiliente e resistente a todos os contratempos. É disso que estamos a falar quando descrevemos a parceria entre a APAT e a APDL», comentou o presidente executivo da associação, António Nabo Martins.
«O
Porto de Leixões é um
interface crucial para o país e um fator vital de dinamização comercial, com um peso tremendo naquilo que os transitários fazem todos os dias», complementou António Nabo Martins, à saída da reunião. Recorde-se que a parceria entre as duas entidades esteve em plena ativação também durante o crítico período da entrada em produção do novo sistema SiMTeM, com a APAT e a APDL a trabalhar em conjunto
para mitigar ao máximo os efeitos da entrada - precária - em atuação deste sistema desenhado pela Autoridade Tributária.