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APDL salienta que plano estratégico de Leixões é do interesse «de todo o país»

22 Abr
O presidente da APDL admite que possam existir discussões sobre potenciais fatores de mitigação, contudo, «o projeto em si» é vital para que o progresso da infraestrutura portuária seja uma realidade.
O Plano Estratégico para o Porto de Leixões tem estado sob os holofotes e várias têm sido as perspetivas publicadas sobre o tema. Na sequência de uma iniciativa da AGEPOR, visando esclarecer e enfatizar a importância deste plano estratégico para o futuro do porto e da economia nacional, João Neves, presidente do Conselho de Administração da APDL, marcou presença na reunião e salientou o quão estruturante é o plano - e respetivos projetos nele contidos - para que Leixões prossiga na rota da evolução e da competitividade.

O presidente da APDL admite que devem existir discussões sobre potenciais fatores de mitigação, contudo, «o projeto em si» é absolutamente vital para que o progresso da infraestrutura portuária possa ser uma realidade. «Não acredito que possa haver um processo a pôr em causa um projeto destes», declarou, citado pelo jornal Eco.Na visão da administração portuária, o interesse público que o projeto aporta sobrepõe-se e reflete os ganhos que, no futuro, beneficiarão toda a comunidade e não apenas a vertente operacional e logística.

«Oferecer à cidade 80 mil m² de espaço público, isto é gerar valor para a comunidade, é trazer, dar às pessoas a possibilidade de usar um território que antes estava vedado, que era só portuário», vincou João Neves. «Temos atualmente um terminal de contentores que está em frente à cidade e o que queremos é deslocar o terminal de contentores de frente da cidade para a zona mais afastada de onde as pessoas dormem e descansam», declarou ainda o responsável da APDL, citado mais uma vez pela peça jornalística do Eco.

Fonte: Eco

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