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F. Rego liderou reflexão sobre riscos geopolíticos para as empresas lusas

11 Jun
«As empresas precisam de integrar a gestão de risco como uma componente estratégica das suas decisões», declarou o CEO da F. Rego, Pedro Rego, durante a iniciativa 'Conversas de Risco'. 
No arraque de Junho, a F. Rego realizou a segunda edição da iniciativa 'Conversas de Risco' - o evento decorreu  no Vinha Boutique Hotel, em Vila Nova de Gaia, no Porto, e serviu para refletir sobre os riscos geopolíticos, económicos e de compliance que se deparam no horizonte das empresas lusas. A F.Rego, empresa parceira de longa data da Associação dos Transitários de Portugal (APAT), escolheu para tema central do evento 'Geopolítica, Economia e o que muda para as Empresas Portuguesas'.

Contando com nomes sonantes do ecossistema político e do comentariado nacional, como Miguel Morgado e Sérgio Sousa Pinto, a iniciativa analisou as transformações disruptivas e históricas que o xadrez global tem vindo a sofrer em tempo recorde, bem como as consequências que esta era de desfragmentação pode trazer às empresas a operar em Portugal. A vertigem tecnológica e a expansão total da Inteligência Artificial foram também temas discutidos, sem esquecer o crescente risco que o mundo digital trouxe. 

«Mais do que nunca, as empresas precisam de integrar a gestão de risco como uma componente estratégica das suas decisões. A capacidade de adaptação, antecipação e resiliência será determinante para atravessar um ciclo internacional particularmente desafiante», declarou Pedro Rego, CEO da F. Rego e administrador do grupo, ao resumir a ideia central da iniciativa. Recorde-se que a F. Rego marcou presença no 20º Congresso da APAT, em Outubro de 2025, integrando a mesa-redonda 'Construindo o Ecossistema Digital'.
 
Durante a segunda edição das 'Conversas de Risco', Miguel Morgado, sublinhou que a Europa atravessa um «choque de realidade», alertando para um «profundo realinhamento da ordem internacional», que se encontra em pleno desenvolvimento. Já Sérgio Sousa Pinto explicou que, na sua visão, os cidadãos e as empresas estão perante um «um regresso a uma lógica de caos e fragmentação» onde o sentido de articulação e complementaridade parece se esboroar progressivamente. 
 
Fonte: ECO
Imagem: F. Rego

 

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