Através do diálogo, no qual a APAT foi parte ativa, identificaram-se «prioridades, desafios e oportunidades para o futuro do IPTrans» uma visão partilhada sobre a evolução da formação nas áreas dos transportes e logística.
A Associação dos Transitários de Portugal (APAT) integrou, no passado dia 3 de Julho, mais uma sessão de trabalho do Conselho de Orientação Estratégica do
IPTrans, cujo enfoque esteve na reflexão estratégica e ao reforço da ligação entre a instituição e os seus parceiros. Mariana Teixeira do Vale, que coordena o departamento de Formação da APAT, marcou presença na reunião e representou a associação na cerimónia de tomada de posse a apresentação dos novos membros do Conselho, representantes de várias entidades ligadas aos setores dos transportes, mobilidade, energia, administração pública, autarquias, associações e parceiros sociais.
Esta renovação e diversidade de representatividade, explicou o IPTrans, «reforça a diversidade de competências e a representatividade deste órgão consultivo, essencial para o desenvolvimento estratégico da instituição». No decorrer desta sessão foi efetuado «o ponto de situação da implementação das recomendações apresentadas pelo COE na reunião de 6 de maio de 2025, permitindo avaliar o trabalho desenvolvido e os progressos alcançados», explicitou o IPTrans, através de uma publicação na qual foi feito o balanço da sessão. O dia de trabalhos contou ainda com uma «reflexão estratégica centrado na definição de novas recomendações para 2026 e anos seguintes».
Através do diálogo, no qual a APAT foi parte ativa, foi possível «identificar prioridades, desafios e oportunidades para o futuro do IPTrans, promovendo uma visão partilhada sobre a evolução do ensino, da formação e da qualificação nas áreas dos transportes, logística e mobilidade». Para Mariana Teixeira do Vale, tratou-se de uma sessão bastante útil, ou não fosse a vertente de Formação uma das prioridades da APAT: «Para nós, é essencial preservar e fortalecer laços e complementaridades com entidades de referência como o IPTrans. Queremos ser parte da solução no que concerne à disseminação de Conhecimento e capacitação profissional», comentou a representante da associação.
«A cooperação institucional e a consolidação de estratégicas comuns fazem parte da nossa política de atuação e consideramos que esse é o caminho para fazermos evoluir, não só o setor que é o nosso, como também, numa perspectiva mais global, todo o mercado de trabalho e a sintonia entre o que este exige (num mundo cada vez mais competitivo) e o que as pessoas podem oferecer», acrescentou.