O plano contempla «muitos investimentos, novas marinas, novos terminais, equipamentos de acesso marítimo e novas acessibilidades marítimas», salientou o Ministro das Infraestrututuras.
Foi na reta final de Janeiro que a APDL apresentou, ao público, o plano estratégico do Porto de Leixões - uma das maiores referências logísticas e comerciais da Península Ibérica - para os próximos 10 anos. A cerimónia, realizada no Terminal de Cruzeiros de Leixões, contou com o discurso do Ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz: para o governante, o investimento, superior a mil milhões de euros, irá ter um efeito «transformador» que permitirá a tão desejada expansão que a plataforma portuária precisa para captar maior competitividade.
O plano estratégico integra assim um investimento estruturante de 1020 milhões de euros, sendo fulcral para garantir que, no futuro, o Porto de Leixões continuará a ser pleno de competitividade e a acompanhar a evolução do mercado portuário na Península Ibérica. O investimento, vincou o ministro, permitirá à infraestrutura «estar à altura dos 14 milhões de pessoas» que o seu «hinterland serve». O plano contempla «muitos investimentos, novas marinas, novos terminais, equipamentos de acesso marítimo e novas acessibilidades marítimas», salientou.
Assim, o Porto de Leixões, garantiu Miguel Pinto Luz, terá todas as condições para se poder focar na «missão de ser o melhor porto». O plano, declarou o ministro perante a plateia, «vai dotar este porto das condições competitivas para poder competir com todos os portos galegos e nacionais». Já para o presidente da APDL, João Neves, este passo será absolutamente estrutural para o contínuo desenvolvimento do porto, libertando-o dos constrangimentos que atrasam o seu progresso - recorde-se que o porto opera acima das suas capacidades há vários anos.
Porto de Leixões projeta-se para «as próximas gerações»
«O terminal de contentores tem capacidade operacional – dispomos de 590 mil TEU, o Porto de Leixões movimenta atualmente 700 mil TEU, sem que muitos dêem por isso», lembrou João Neves (que recentemente renovou o seu mandato), realçando uma problemática que, ano após ano, impede o salto competitivo de que o porto precisa. «Precisamos inverter esta situação, é preciso pôr os números no local certo», acrescentou, salientando que o plano estratégico «nasce de uma vontade de continuar a projetar o porto para as próximas gerações».
Foto: APDL
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